Eu sou. Eu posso. Eu mando. Eu quero. Eu sei. Eu faço. Eu tenho. Eu assim tão encerrado num ponto final, sem trânsito. Tão só este pronome. Tão sozinho que se esqueceu do verdadeiro nome próprio e cuja única forma de disfarçar a sua incapacidade é rodear-se de verbos assim tão imperiosos. Engole-se de si próprio e do sangue de todos. E engrandece. Nem tu nem ele ou ela. Nem sequer vós ou eles, todos juntos (o mundo inteiro) serão já suficientes para o deter neste percurso avassalador.
Algo que interessa ou não... Não sou única nem diferente... Gosto de desanuviar e, quem quiser desanuviar comigo, é bem vindo.