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E os passos que deres,/ Nesse caminho duro/ Do futuro/ Dá-os em liberdade.

Aqui está a tradicional imagem do caminho. 

De uma linha só, não asfaltado. 

Divertidamente serpenteado. 

Um caminho sem indicações precisas

da direção a tomar. 

Não se sabe ao que se vai, 

sabe que se vai. 

Qualquer caminho assim merece a devida homenagem.


( o título é de Miguel Torga)






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