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o ar entra na gente a luz e tudo

assim com ânimo

como quem recorta um quadrado

eu própria – parede

abri-me – janela

os olhos em espanto

a boca escancarada

os braços – portadas brancas e lisinhas

o ar entra na gente

a luz e tudo

enche-nos o peito de vontades





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