Não tenhas receio de admitir que aprecias.
Até porque há que exercer os sentidos enquanto sentem.
E o que é bonito é para se ver.
Esta é a tua cena.
Não por ser cor de rosa nem por ter flores no seu peitoril
mas por estar a sorrir para quem passa na rua.
Não indiferente, mas com uma predisposição inata
para olhar e ver e para ser vista.
Surge flagrante, de pálpebra semi cerrada.
Eficaz na forma como te alcança.

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