Ponde os olhos na insolência desta multiperna barbuda neste assalto inesperado desta contorcionista tricolor. Reparai neste deslizar arrojado de quem arrisca ser esmagada e mesmo assim continua. Lenta e descontraída escalada de quem se faz dona deste caderno como quem desafia o Everest e entra livre no poema reclamando para si própria estatuto de primeiro verso.
Algo que interessa ou não... Não sou única nem diferente... Gosto de desanuviar e, quem quiser desanuviar comigo, é bem vindo.