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não é este o mar que eu canto oh! como está triste o areal

já foste leito, divã, berço de embalar, lençol de seda

príncipe no reino das manhãs, convite à entrada

já foste palco de serenidade espalhando maresia

uma bebedeira de azul , luz na minha pele


mas, hoje, encontrei-te num enjoo brutal

cuspiste, abriste a goela,  verteste o vómito desenfreado

escancaraste neste areal todas as provas do meu, do nosso crime

que já não consegues mais esconder, estás farto de sofrer









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